quinta-feira, 12 de junho de 2014

Com falhas sim, mas sem descer do salto!



Às 22 horas do dia 31 de maio, na cidade de Bicas, aconteceu o tão esperado Miss Gay Zona da Mata 2014. Esta foi a primeira edição do evento, cuja expectativa de novas edições parece ser grande, se considerarmos a boa aceitação do público em geral.  O Esporte Cube Biquense foi escolhido para sediar a atração, que contou com pessoas importantes na sociedade biquense, incluindo o prefeito Dr. Geraldo Magela, um dos apoiadores da iniciativa.

Mesmo tratando-se  de um evento voltado para o público LGBT, 49% era heterossexual. Famílias inteiras ocupavam as mesas reservadas, mostrando-se entusiasmadas com as apresentações das candidatas a Miss.   O organizador da Festa, Kosme Roberto Fernandes, e o  promoter, Diego Stephano, trouxeram  à população de Bicas um divertimento sem igual, com atrações musicais e números de dança de “transformes” e “gogoboys”, anunciados por dois mestres de cerimônia.
Sem tirar o glamour da festa, houve um pouco de tumulto no começo da noite, pois a passarela prevista estava com 4 metros a menos e o mapa das mesas foi refeito de última hora. Dois dos organizadores resolveram remanejar os convidados, ou seja, o convidado chegaria com um número de mesa, porém seria reacomodado. Algumas pessoas, que se sentariam próximas à passarela, não ficaram nada satisfeitas com a troca repentina, reclamando da equipe de organização. 

Outras questões interferiram na condução do evento. A escada por onde as Misses deveriam descer não foi sinalizada, atrapalhando a passagem do público. Logo no início da noite, quando os convidados estavam chegando, uma senhora idosa tropeçou na ponta dos degraus. Imediatamente, colocaram uma decoração na escada que a tornou visível, evitando outros acidentes.

Controlados os ânimos daqueles que se incomodaram com os imprevistos, a cerimônia teve início com duas horas de atraso. O desfile foi muito aplaudido, as candidatas estavam bem vestidas e maquiadas. No entanto, não havia alguém para conduzi-las à passarela.  As candidatas, que usavam saltos de até 15 centímetros, sentiram-se desconfortáveis, assim como a plateia. Tanto que, após a descida da primeira participante, um convidado robusto começou a auxiliar as transformistas.  Estes problemas, aparentemente pequenos, foram todos resolvidos, mas causaram má impressão aos convidados, receosos de que algumas das modelos se machucassem na descida da passarela.

Um ponto alto do evento foi a apresentação dos artistas Marcela Salorrana – que fez um cover de Alcione e, depois, uma apresentação transvestida de Tati Quebra Barraco  - e  Pamela Star – que cantou a música “New York, New York”, vestida de Lisa Mineli.  Em outro momento, Pamela deixou todos empolgados com uma outra apresentação, em que começou a cantar e dançar vestida de mulher até ir ser despindo para terminar a performance como um homem.  Entre uma apresentação e outra, a iluminação do palco teve que ser reconfigurada, já que a visão dos espectadores ficou prejudicada com o uso insuficiente dos holofotes. No entanto, o problema foi rapidamente resolvido.

As candidatas à Miss Gay concorreram nas seguintes categorias:  Traje, Passarela, Simpatia, Desenvoltura, Elegância e Conjunto. O prêmio principal foi para Louise Letage, de Muriaé. Em segundo e terceiro lugares foram eleitas  Amanda Becker , de Cataguases, e Morenna Rhamonny, de Além Paraíba, respectivamente. A faixa e a coroa foram entregues à  Louise Letage pela Miss Brasil Gay 2013, Sheila Veríssimo.  A ganhadora deste ano irá concorrer ao título de Miss Brasil Gay 2014, em Juiz de Fora .  Após o encerramento do desfile,  o salão  transformou-se em uma discoteca com música eletrônica e batidas características das noites LGBT.

Mesmo com algumas falhas, à medida que despediam-se da festa, os convidados, de perfis diversos,  faziam questão de ressaltar o quanto divertiram-se , já ansiosos pelas próximas edições do evento.


Por Rosane Pontes e Salviano Soares - 2º módulo Eventos


terça-feira, 27 de maio de 2014

Do fundo do baú: Amy Winehouse encerra turnê no Brasil com show vacilante

Em sua turnê pelo Brasil em 2011, depois de se apresentar em quatro capitais, a cantora inglesa fechou a turnê com uma postura trôpega. Mayer Hawthorne e Janelle Monáe fizeram bons shows de abertura.  Amy ofereceu um espetáculo descompromissado e, pela postura vacilante, a certeza de que é permanentemente um corpo a beira de despencar.
Amy ofereceu às 30 mil pessoas (segundo a assessoria do evento), com 25 minutos de atraso, um espetáculo mal ajambrado, descompromissado e, pela postura vacilante, a certeza de que é permanentemente um corpo a beira de despencar. Ou seja, cumpriu a praxe, enferrujada por dois anos sem subir aos palcos em que se dedicou basicamente ao uso recreativo de drogas e escândalos decorrentes do excesso.
Durante pouco mais de uma hora, à frente de uma enorme bandeira do Brasil que decorava o palco, a cantora desfiou um rol de 17 canções, das quais tentou cantar 14; deixou duas por conta de Zalon Thompson, um dos seus performáticos backing vocals; limpou o nariz repetidas vezes, bebericou numa caneca e massageou os cotovelos aparentando incômodo. Mal se mexeu, sequer ensaiou passos e manteve os olhos no vazio.
O vozeirão que ganhou meio mundo e rendeu ao disco Back to Black 30 milhões de cópias vendidas sumiu inclusive no maior hit da cantora, Rehab. Não estivesse amparada por uma banda competente e cantores afiados, Amy perderia qualquer concurso de calouros de quermesse interpretando a canção que a tornou uma estrela da música pop.
A irritação provocada pelo show deu lugar a desespero na saída. Não havia como ir embora do Anhembi. Um funcionário da CET explicou que os 200 táxis disponíveis já haviam partido. A multidão tomou a avenida Olavo Fontoura e começou a caminhar em direção à praça Campo de Bagatelle. Pessoas pulavam em cima de táxis, implorando para serem levadas. Um motorista explicou  que um sujeito que aguardava disse: “Eu pago o dobro”, suplicou o cidadão.
A voz ressurgiu no fim do show quando ela retornou ao palco para cantar Valerie, música original do grupo The Zutons que gravou no disco do seu produtor Mark Ronson. Uma lufada do timbre precioso pelo qual se notabilizou chegou a empolgar o público. Foi só.
Não que tenha faltado apoio do público, muito embora do meio para o fim a apatia falasse mais alto que os aplausos – mais fortes a cada bebericada. Um show para ser esquecido. Ou para ser lembrado como um número de comiseração com o suporte de uma boa banda.
Mayer e Janelle – As apresentações de abertura, a cargo dos americanos Mayer Hawthorne e Janelle Monáe, expoentes do renascimento da música soul nos Estados Unidos, serviram para formar plateia.
Um ótimo show que se encaixaria melhor num espaço menor e com uma plateia menos dispersa. Justificável até, pois a principal estrela da noite se apresentaria dali a três horas e era só por isso que o público esperava.

É importante destacar que, no evento:
  • ·         Os dois telões do palco falharam por quase dez minutos durante o show de Amy Winehouse. Ruim para quem estava distante e dependia, sobretudo das imagens para sentir-se próximo da cantora.
  • ·         A área vip do show era desmedida em relação ao tamanho do lugar (Anhembi) em que foi realizado. Avançando pelo menos 30 metros em direção ao fundo, o espaço comprimiu os fãs que não puderam pagar valores que chegaram a 700 reais por um ingresso. Em alguns pontos o som mal chegava. É lastimável o quanto essa prática tem se perpetuado. E pior: cada vez mais vip apenas no nome e no valor da entrada. Tão desconfortável quanto a área comum, o "cercadinho" se tornou um máquina de fazer dinheiro e de enrolar desavisados, que são obrigados a se espremerem do mesmo jeito de quem pagou a metade.
  • ·         Sem mencionar que acabou a cerveja, refrigerante e agua antes do show da Amy e a organização do evento não devolvia o dinheiro de quem comprou fichas, ainda seguranças truculentos tentavam intimidar quem tentou reaver o dinheiro das fichas que aquela altura eram meros papeis sem utilidade. A quantidade de banheiros foi longe do suficiente e a saída do público, tumultuada.  A organização foi um desastre e não soube dimensionar as demandas do evento.


Por Manuel Mouzo e Katia Pereira

Alunos do 20 módulo do curso Técnico em Eventos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

#ThassiasBday, glamour e sofisticação


A mineira Thássia Naves é uma das blogueiras de moda mais influentes do Brasil, com quase um milhão de seguidores no Instagram. Publicitária por formação, ganha para publicar fotos de looks em seu perfil. Assim, ela conseguiu transformar sua página em um negócio tão rentável que em meses mais lucrativos, estima-se que ela chegue a faturar R$100 mil.

Para comemorar seus 25 anos e 5 anos do blog, Thássia promoveu uma grande festa. Ela recebeu cerca de 300 convidados em um espaço exclusivo na Unialgar, que é a sede da universidade do grup
o ALGAR em Uberlândia (MG), sua cidade natal, no último dia 13 de maio. Estima-se que o custo total do evento teria ultrapassado a cifra de R$1 milhão. No entanto, boa parte da celebração foi tratada como uma permuta publicitária.

 Estavam presentes quase todas as blogueiras mais importantes do Brasil, fashionistas, familiares e amigos da aniversariante. Como grande parte dos convidados precisaram se locomover de outras cidades para prestigiar a blogueira, foram tomados muitos cuidados para que os convidados se sentissem em casa. Para buscar seus convidados no aeroporto e fazer a recepção na cidade, Thássia contratou carros e motoristas para todos os convidados de outras cidades. Todos adesivados com #thassiasbday. Ao chegarem,  hotel e cabeleireiros já estavam reservados e, sobre a cama, muitos 'presentinhos' como almofadinhas, água mineral e aromatizadores, todos também personalizados.
Além dos mimos, os convidados puderam aproveitar um drink especial com as cores da festa chamado de Thássia, um super show de Bruno e Marrone e uma central para que todos pudessem carregar seus celulares e postar muitas fotos da festa (foram distribuídos carregadores personalizados e pendrive com uma seleção de músicas). A festa foi regada a pratos sofisticados e espumante.

Thássia Naves usou um vestido Pucci vindo diretamente de Paris. Marcos Proença também foi para Uberlândia especialmente para preparar a aniversariante e outras convidadas vips, como a atriz Marina Ruy Barbosa. Ela usou vestido e cinto que juntos somam $6435 euros - cerca de R$21 mil.

A decoração foi toda em tons de rosa com muitas flores e mesas recheadas de guloseimas. Havia lustres de cristais, candelabros dourados e flores sofisticadas.

A festa foi muito comentada em blogs e redes sociais, que sempre citaram os pontos positivos da festa. Claro que, como em todo evento, esse também teve contratempos, ainda mais com tantos detalhes a serem checados. Mas os organizadores do evento foram muito cuidadosos.


quarta-feira, 14 de maio de 2014

Festa milionária do cantor Latino e a atriz Rayanne Morais

O cantor Latino e a atriz Rayanne Morais subiram ao altar na quarta-feira, dia 12 de março. Para o grande dia, foram reservados dois salões do famoso Hotel Copacabana Palace, na cidade do Rio de Janeiro. Em um deles foi celebrada a cerimonia evangélica pelo pastor Josué - Igreja Batista da Barra - e no outro, a festa para aproximadamente 500 convidados.
Nomes famosos como Roberto Justus, Marcos Mion e Rodrigo Faro constavam na lista de padrinhos, e se hospedaram no próprio hotel, já que Latino reservou um andar inteiro para os mesmos se arrumarem antes do evento.

Roberto Cohen, um dos mais badalados do Rio, foi escolhido como cerimonialista e, na entrada do hotel, os convidados deixaram os celulares numa chapelaria e passaram por detectores de metais. A solicitação para que não levassem os celulares foi entregue junto ao convite do casamento. O evento contou com uma forte equipe de segurança mas, ainda assim, vazaram fotos do evento, já que, além dos que já estavam hospedados, alguns convidados se recusaram a cumprir o pedido dos noivos de deixarem os celulares na porta.

Os noivos pediram que as madrinhas usassem a cor nude nos vestidos, mas teve madrinha – não famosa – que usou vestido escuro e outra – Antonia Fontenelle - que preferiu um modelo com brilho e paetês.

Latino escolheu um smoking prata com lapela preta, conjunto elaborado pelo estilista Ricardo Almeida, para dizer sim à amada. Usou gravata borboleta branca e pregou uma boutonnière com flores brancas para dar um charme. O noivo entrou acompanhado de sua mãe ao som de “Nessun Dorma”.

A noiva estava mais discreta e chique, mesmo com decote, criação do estilista mineiro Alexandre Dutra. Rayanne optou por um vestido branco de mangas compridas e cauda longa, todo rendado e bordado (foram utilizados mais de 12 metros de renda francesa, 50 mil pontas de cristais Swarovski e mais de 60 mil micropérolas). Na cabeça, uma tela de voilette com uma grinalda longa e nas orelhas, brincos de pérolas. O buquê foi substituído por apenas duas flores brancas. O vestido levou 90 dias para ficar pronto, de acordo com o estilista, e está avaliado em R$ 30 mil. A noiva entrou ao som da tradicional “Marcha Nupcial”.
Na hora da festa, a noiva optou por um vestido longo, feito com renda francesa na cor goiaba aplicada sobre uma seda na cor nude, bordado. Este vestido foi feito em um mês, e está avaliado em R$ 15 mil.

Para a entrada da dama de honra com alianças foi escolhida a música “Me leva”, sucesso do cantor nos anos 90. E os noivos se retiraram ao som de “Festa no Apê” em versão instrumental.

A festa foi animada pela bateria da escola de samba Grande Rio. Mas a predominância foi do funk, com DJ Marlboro e Dady Kal (ex-You Can Dance) no comando. Latino não subiu ao palco para cantar suas músicas mas, generosamente, deixou que MC Gui comandasse a festa.

O brinde foi feito com taças personalizadas com as iniciais dos noivos, que beberam uma cava espanhola (espumante) com lascas de ouro 24 quilates, comestíveis.Durante a festa (e depois de a noiva tradicionalmente jogar o buquê) o noivo jogou aos amigos um “buquê de periguetes”, composto de 12 bonecas Barbie.O cardápio, escolhido pelos próprios noivos, foi bem diversificado, a fim de agradar a todos os convidados. Durante o coquetel, foram servidos caviar, salmão defumado, presunto de parma com noisette de melão e queijos finos. No jantar, salada de folhas com lascas de parmesão e nozes, salada de frutos do mar regados ao molho tártaro, escandinavo e balsâmico, picadinho de mignon, filé de badejo com crosta de pistache, camarão ao molho de champanhe, capeletti de ricota e nozes ao molho funghi, arroz tricolor, batatas rosti, spaghettini de legumes ao gengibre, cuscuz marroquino com frutas secas, penne tricolore com pesto, pinoli e brie com geleia de damasco. De sobremesa, as opções foram crème brulée, Romeu e Julieta, panna cotta com frutas vermelhas, tiramisu, mil folhas de doce de leite, suflê de chocolate e sorvetes de coco e framboesa.

As lembrancinhas distribuídas foram, além dos tradicionais bem-casados, uma caixinha de vidro com pirulitos de chocolate nos formatos de noivo e noiva. Mas estas não foram as únicas. Ao chegar ao evento, os convidados eram encaminhados a um cenário de chroma key (técnica de efeito visual que consiste em colocar uma imagem sobre outra através do anulamento de uma cor padrão) verde. Ao deixarem a festa, os convidados recebiam um porta-retratos com sua imagem ao lado dos noivos, como se tivessem posado com eles.
O evento contou com situações inusitadas, como um rato “desfilando” pela calçada do hotel e pulando em cima das pessoas e fãs histéricas implorando para tirar foto com o funkeiro MC Gui, de 15 anos.

Mas os micos (além da presença de Antônio, o mico de estimação do cantor) ainda estavam por vir. D. Regina, mãe de Latino, afirmou para Roberto Justus: “Sua filha é linda!”. O problema é que ela estava se referindo a Ana Paula Siebert de 26 anos, a namorada do apresentador. Além disso, na hora da apresentação da bateria da Grande Rio, D. Regina levou um tombo, de bumbum para cima. O próprio cantor se levantou para retirar a mãe do palco, e a noiva ficou toda sem graça.

A decoração, que contou com muitas flores e luzes, ficou sob a responsabilidade de Antonio Neves da Rocha, muito elogiado por utilizar peças simples e obter um luxuoso resultado. O decorador é citado por alguns como “o mago da decoração”.

O bolo, de cinco andares, que foi cortado com uma espátula com o mesmo desenho das taças, foi encomendado na Casal Garcia Bolos e Bem Casados (Rosângela e Carlos Garcia).
Os doces – 7.000 - foram feitos por Fabiana D’Angelo e Louzieh.

Depois da badalada festa, o casal passou a lua de mel em Dubai.

Há informações de que o casório tenha custado cerca de R$ 1,2 milhão.


Podemos ver que Latino ostentou ao investir bem nesse evento e fez consideráveis restrições, uma delas a respeito da proibição da entrada e aparelhos celulares na festa, o que causou comentários das pessoas. Os famosos, por estarem em uma posição de constante exibição preferem, neste momento, alguma privacidade tanto para eles como para os convidados. Nesse dia ele quer ter um “dia normal”. O fato da “proibição” dos celulares não abalou nem um pouco a estrutura do evento. Enfim, o evento foi considerado por uns um sucesso e para outros nem tanto. Situações inesperadas aconteceram e sempre acontecem, afinal estamos lidando com pessoas. Pela própria forma do evento (fechado), falhas não foram tão exibidas e o glamour e sofisticação da festa passaram por cima de qualquer coisa. O importante é que os noivos aproveitaram o grande dia de uma forma que lhes trouxe satisfação, que é o que nós, produtores de evento buscamos proporcionar ao cliente.

Por Juliane e Flávia, estudantes do segundo módulo do Curso Técnico em Eventos.

Disciplina: Planejamento e Organização de Eventos

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Um sonho de princesa

Na noite do dia 14 de março deste ano, Lívian Aragão comemorou seu aniversário de 15 anos, na zona Oeste do Rio, com uma festa de arrasar. A festa aconteceu em sua antiga casa, no bairro Recreio – que é mantida por seu pai Renato Aragão, como um retiro de férias – e contou com cerca de 400 convidados dentre eles amigos famosos .e familiares.
            Durante o evento, Lívian fez três trocas de roupa. Recepcionou os convidados com um vestido longo na cor champagne, já o vestido usado para dançar a valsa foi comprado em Los Angeles e é de um estilista famoso, David Bridal. E saindo do convencional, ela escolheu um vestido curto azul para festa.
            A comemoração de estilo tradicional levou meses para ser preparada, já que foi toda arquitetada por ela com ajuda dos pais, assim como o desenho dos convites. A festa contou com profissionais gabaritados como Roberto Cohen, um dos organizadores do evento, Ana Salinas, decoradora de bolos artísticos e Carlos Eduardo, responsável por som, luz e imagem.
            Logo após a valsa, a celebração se transformou em uma balada  muito animada e o Maestro Billy foi um dos responsáveis pelos hits na pista de dança acompanhado de outros dois Djs. A filha de Renato Aragão fez questão de incluir no set-list da festa músicas eletrônicas que fazem parte do gosto musical dela e de seu pai, como as de Avicii e David Guetta. Além disso, havia um robô com laser que estreou a pista de dança. De acordo com a filha do eterno trapalhão, a festa não possuiu atrações e outros shows porque para ela os convidados devem ir a uma comemoração para prestigiar os aniversariantes e não por causa dos entretenimentos oferecidos pela festa.
            O espaço escolhido foi divido em ambientes diferentes, um deles com cadeiras onde ficavam os adultos e onde foi servido o jantar, além de lounges e a pista de dança. Houve uma enorme preocupação com o conforto dos convidados, até mesmo em relação à temperatura dos ambientes que possuíam vários ventiladores.
A decoração foi luxuosa e sofisticada, predominando o azul tiffany (o novo “queridinho” das debutantes) mesclado com diferentes tons de rosa para dar um ar romântico e ao mesmo tempo moderno à festa. O salão principal recebeu uma iluminação azulada que criava um efeito maravilhoso quando refletia nos móveis brancos. As mesas foram compostas por lírios, rosas, hortênsias e orquídeas, todas na tonalidade pink e rosa clara, de acordo com o pedido da aniversariante. Havia leques disponíveis para uso nos assentos.
O conjunto de mesas e cadeiras não era igual e os centros de mesa variavam de arranjos enormes com flores coloridas a vasos pequenos, para dar equilíbrio e leveza. Tanto na área externa, quanto na área interna da casa, foram espalhadas quarenta fotos de Lívia. Todas essas fotos foram escolhidas pela debutante e uma assistente da família, Sabrina Stockler, a partir do book para esta data comemorativa.                                                   
A festa possuiu como identidade visual, o símbolo “L.A.” que são as iniciais de seu nome e seu sobrenome, fazendo parte de toda festa; estampando os docinhos, o  bolo fake – confeccionado por Ana Salinas nas cores azul e branco com detalhes em prata – e a pista de dança. 
Em relação aos alimentos e bebidas, podemos conferir o cardápio do jantar que trouxe opções como bacalhau ao brás, salada de figos com aspargo, pato assado com trouxinha de marrom glacê, filé de crouet com molho champignon, ouriço de banana, raviólis com molho de tomate com manjericão e quatro queijos e a salada de lagosta com palmito. E de sobremesa as opções foram guflê de chocolate com crepe suzete, sorvete crocante de doce de leite e amêndoas e merengue de morango, além de doces de Fabiana D'Angelo, à base de brigadeiro e rosas de coco. Foi disponibilizado um serviço especializado de barman, oferecendo diversidades de drinks. Vale destacar que houve um ótimo serviço por parte do Buffet contratado, mas o nome deste não foi divulgado.                    
Como em toda festa, não podia faltar as lembrancinhas! Estas fizeram parte das escolhas da aniversariante e foram distribuídas ao longo da festa. Consistiam em confortáveis pares de chinelos Havaianas (nas cores: azul e branco) para que os convidados ficassem mais à vontade na pista de dança.

            Embora tenham ocorrido imprevistos na festa, como o fato de o pai da debutante ter passado mal, levando a comemoração ao término por volta da meia noite, foi considerada como um evento perfeito em diversos sites e blogs. Isso devido ao bom planejamento e organização da festividade que junto com uma equipe bem qualificada evitaram o imediato vazamento de informações, contendo sigilo a respeito do assunto. 

Por Ana Cláudia e Ingrid, estudantes do segundo módulo do Curso Técnico em Eventos.

Disciplina: Planejamento e Organização de Eventos

quarta-feira, 23 de abril de 2014

CARNADMINISTRANDO PROBLEMAS




Nos dias 11 e 12 de Abril, foi realizado no Parque de Exposições de Juiz de Fora mais uma edição do Carnadministrando. Realizado pela Aba Produções em parceria exclusiva com a Viva Eventos, o evento é uma micareta Open Bar com shows de axé. Nessa edição se apresentaram Saulo Fernandes e Bell Marques.

Em clima de Copa do Mundo, o tema “É hora de dar show” pintou os abadás dos micareteiros nas cores azul, amarelo e verde dividindo-os em três categorias: Bloco Mundo, Camarote Oficial 360º e Camarote Estrelas. No Bloco Mundo foram servidos Cerveja, Refrigerante, Gummy e Água liberados. Já no Camarote 360º a diferença estava no suco com Vodka, lounges, decoração e estrutura de casa noturna. Enquanto isso no Camarote Estrelas havia Cerveja, Bacardi Big Apple, Whisky, Vodka, Energético, Ice, Refrigerante e Água liberados, além de contarem também com Buffet de Comida Japonesa, Salgadinhos, Minipizza, Mesa Mineira, Mesa de Massa Manipulada, Picolés e Café da Manhã, Cabelereiros e Maquiadores exclusivos.

Quanto à estrutura do evento, podemos destacar a equipe de segurança terceirizada que se encontrava na festa para melhor atender aos participantes. No exterior ela se fez por conta da Polícia Militar presente na entrada principal. Entretanto, a passarela entre os bairros Jóquei Clube e Barbosa Lage, local perigoso e passagem de vários foliões para acesso a festa, não teve nenhum cuidado. Havia espaços reservados para os banheiros químicos, porém, as unidades não foram suficientes para atender ao grande público.

 
A divulgação da festa foi feita através das mídias, redes sociais e ações promocionais. Na internet, a presença foi intensa em sites de venda de ingressos e pacotes completos para atender a outras cidades, além do site oficial do Carnadministrando. No Facebook foram criadas diversas promoções oferecendo na fan-page acesso aos trios, entradas e brindes. Também foi intensa a ação em bares e supermercados, onde os promotores desenvolviam atividades interativas e descontos na compra do ingresso, caso também fosse feita a compra de produtos dos patrocinadores.

A novidade ficou por conta dos shows de duplas sertanejas locais, Leonardo de Freitas & Fabiano, e Fabrício & Gabriel no trio elétrico e a presença de dois MC’s do Funk Naldo Benny e Mc Koringa em extensão no Camarote. Através de uma grande pesquisa, os produtores compreenderam e atenderam aos pedidos do público, realizando uma mistura de estilos musicais que melhor representam os universitários.


Por Luciano e Letícia, estudantes do segundo módulo do Curso Técnico em Eventos.
Disciplina: Planejamento e Organização de Eventos


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Mesmo com problemas, Blackout Jurídico inova e cativa público


Festa Blackout Jurídico ocorreu no dia 29/03/2014 no Hotel Green Hill (Avenida Deusdedit Salgado, 5201 - Salvaterra, Juiz de Fora) com o intuito de dar boas vindas aos calouros do curso de direito da UFJF.  A festa teve como atrações a banda The Rio Mansion (Eletrofunk Carioca), DJ MOA e muitas novidades para o público de Juiz de Fora.

O evento contou com Open Bar clássico,  sendo oferecido cerveja, refrigerante, água,  vodka e algumas rodadas de um drink desenvolvido pelos organizadores do evento. .
Segundo Guilherme Leal, Secretário da Comissão de Formatura do Direito Noturno da UFJF, um dos organizadores da festa, tudo ocorreu como planejado. Ele conta que o evento contou com um público estimado de mil pessoas. “O numero exato é difícil, porque têm toda a comissão organizadora e os calouros que não entraram no montante de ingressos, porque tinham nome na porta.”

Sobre a segurança do evento, Guilherme esclareceu que havia 15 seguranças, entre homens e mulheres, o que gerou um ambiente seguro para quem estava ali curtindo o evento. Questionado se houve alguma briga no local, ele respondeu que não presenciou, mas que por volta das 4:30h uma pequena confusão envolvendo dois jovens foi registrada, mas a segurança agiu rápido e retirou os garotos do evento.

Uma das grandes novidades do evento foram as rodadas de um drink que os organizadores batizaram de “Habeas Corpus”. A bebida brilhava sob a Luz Negra que pairava sobre o ambiente, fazendo um conjunto harmonioso com as pinturas em neon que, igualmente, brilhavam. Guilherme conta: “A ideia surgiu na própria concepção da festa mesmo, quando sentamos e vimos qual era a nossa proposta para a calourada. Achamos que o conceito padrão de calourada em Juiz de Fora está saturado, sempre com sertanejo, pagode e funk. E a gente queria inovar um pouco para atrair o público e, querendo ou não, era uma faca de dois gumes, porque ou poderia dar muito certo,ou poderia dar muito errado por fugir do padrão. A gente preferiu arriscar. E quando escolhemos a tinta neon e a luz negra, vimos que atrações como sertanejo e pagode não combinariam com a temática, e optamos pelo funk carioca de raiz, com The Rio Mansion e um eletrônico. E o conceito de Habeas Corpus surgiu na casa de um membro da comissão com a gente tentando algo novo mesmo, fomos misturando o que tínhamos e achamos uma bebida que brilhava na luz negra”.

Algumas pessoas que estiveram presentes no evento relataram falta de banheiros Questionado sobre o problema, o organizador respondeu que não era algo que se podia trabalhar muito em cima, pois contrataram a capacidade máxima de banheiros que o local podia abrigar e que os já disponíveis no salão eram pequenos, mas que na medida do possível conseguiram distribuir o fluxo de pessoas.

Como de costume na cidade, em toda festa em que há bebida liberada, o Juizado de Menores costuma aparecer para verificar se não há menores de idade no evento. “É normal eles irem, ainda mais em festa open bar. Quando eles chegaram, olharam as identidades de algumas pessoas, duas meninas estavam com carteira falsa e foram retiradas da festa".


Indagado se os jovens de Juiz de Fora poderiam esperar por mais uma Blackout fora de época, já que essa fez tanto sucesso, Guilherme respondeu  : “Estamos realmente vendo com a Phormar, que deu um suporte enorme pra gente, mas ainda é cedo para dizer.Por enquanto, vamos curtir o sucesso da primeira e quem sabe, uma segunda vem por ai!”

Por Gustavo, estudante do segundo módulo do Curso Técnico em Eventos.
Disciplina: Planejamento e Organização de Eventos