sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Solicitando um Orçamento



Realizar um orçamento é algo muito importante num processo de planejamento de um evento, através dele você saberá qual cliente oferece o produto com melhor custo para o seu evento e o bolso de sua equipe ou empresa. Um orçamento pode ser solicitado de forma pessoal ou impessoal (através de e-mail ou telefone). Também existem os orçamentos que podem ser cotados através do site do fornecedor.

Geralmente, para um orçamento, é interessante que se faça por e-mail. Através do e-mail a mensagem ficará gravada para consulta e poderá ser toda detalhada. É necessário que descreva o produto que você quer cotar com todas as especificações possíveis, como metragem, tamanho, quantidade, cor, volume, etc. Se necessário, visite a página do fornecedor e veja especificações do produto. Durante essa especificação a pessoa deve procurar ser clara e objetiva, sem rodeios, mas sem faltar nada. Quando algo NÃO é bem esclarecido, algumas dúvidas vindas do fornecedor podem ocorrer. Essas dúvidas acabam tornando todo o processo de cotação mais lento. Sempre que possível acompanhar pelo e-mail e pelo telefone, e, aliás, essa é uma ferramenta essencial para um bom acompanhamento. Se você já está num contato impessoal, o telefone diminui bastante essa sensação entre fornecedor e cliente.

É básico sempre informar quem está solicitando (a empresa ou pessoa física), ser cordial, usar palavras como “favor” (não implore com “por favor”), “aguardo contato”, “qualquer dúvida retorne” (essas palavras sempre ajudam), informar prazo para entrega do orçamento, assim como solicitar prazo de duração do orçamento (geralmente tem duração entre 15 a 30 dias). Também é importante pedir a forma de pagamento que a empresa usa (muitas vezes é necessário realizar o cadastro da empresa e para isso informar CNPJ), anotar o nome do atendente ou representante da empresa, e por fim, o valor do frete de acordo com a mercadoria (informar CEP, algumas empresas não entregam e é necessário entrar em contato com transportadora).

Manter uma boa cartela de parceiros e fornecedores é algo que ajuda muito na hora de entrar em contato para cotar algum preço, assim como uma lista telefônica atualizada e a internet. Para que o processo de um orçamento não se perca, mantenha o controle com uma Planilha de Acompanhamento detalhando todo o processo como fornecedor, produto descrito, valores e prazos. Faça isso numa planilha do Microsoft Excel ou numa Tabela do Microsoft Word ou até similares. Sempre que for receber um pedido de orçamento de um superior na empresa peça que faça um “Pedido de Demanda”, isso é importante para esse processo, para tudo esteja registrado, que não seja apenas no boca a boca. Também é interessante que esse superior solicite o orçamento com um bom prazo antes do evento, para que não ocorra imprevistos como na entrega, assim como para que o orçamento realmente valha a pena e que realmente funcione, e seja escolhido o melhor fornecedor. Geralmente em um “Pedido de Demanda” constam itens como: solicitante, departamento de origem, descrição do pedido/produto, data da realização do evento, prazo para cotação, local de realização, fornecedor sugerido, contato de fornecedor.

Assim que receber os orçamentos no prazo estipulado, organize em uma tabela os fornecedores e seus contatos, o produto, sua descrição e quantidade, e valores orçados. Repasse para seu supervisor, ou em uma reunião apresente a cotação do produto. Qualquer pequena empresa ou equipe é capaz de manter essa ordem.

A padronização de processos agiliza e organiza todo um departamento e uma equipe, além disso, fica mais prático de se trabalhar na empresa. Tenha sempre em mente os três C’s para um orçamento: cote, cobre e compre. O mais importante é cobrar uma solicitação, isso às vezes pode ser realmente necessário, mesmo que a finalidade das empresas seja vender, muitas não apresentam o orçamento, outras gestões não encaram o orçamento como uma possibilidade de venda de mercadoria ou serviço. Isso ocorre por vários motivos, como a falta de capacitação dos funcionários para orçar ou a falta de tempo destes, assim como outros fatores. Um bom macete é mencionar que falta apenas o orçamento da determinada empresa para fechamento de fornecedor e dar um prazo para entrega deste. Faça um orçamento, mas sempre cobre. Essas são várias dicas para que seu orçamento não fique apenas como descartado.

Altiere Leal

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Festa silenciosa?! Virou moda...



Oiee, voltei...

             Bom, volto para mostrar uma novidade para o mundo de eventos do mundo!!! As festas silenciosas, é isso ai! A mais nova moda é a festa silenciosa. E é sobre isso que vou falar...

             Na festa silenciosa os participantes usam fones de ouvido (é isso mesmo que você leu), para ouvir e acompanhar as músicas. Isso ocorreu em uma cidade de Israel, porém a idéia nasceu na Índia.

            Quem passa pelas festas sem o fone de ouvido, acha estranho ver as pessoas dançando sem ouvir a música, apesar disso muitos topam experimentar a novidade, e acabam gostando, acham bacana a idéia e ainda vêem como vantagem que a festa silenciosa não atrapalha ninguém (vizinhos chatos que não gostam de barulho, por exemplo).


           A “festa silenciosa” funciona assim: a pessoa paga o equivalente a R$ 15,00 e deixa a identidade em troca do fone, daí é só curti a música. Na saída o participante devolve os fones e pega a sua identidade.

           Os organizadores do evento dizem que a ideia funciona para todo tipo de evento, de pequenas reuniões até festas ao ar livre com um ou mais DJs.

           Para o Criador da novidade as possibilidades são infinitas, de acordo com ele da para se fazer um concerto de música clássica ou até se exibir um filme ao ar livre só com os fones de ouvido, porém ele admite que a procura maior ainda seja pela música eletrônica...

           Bom gente, é isso ai.... eu vi no seguinte lugar : http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/12/festa-do-silencio-e-moda-em-israel.html se quiserem olhar...

           Achei muito criativo e revolucionário afinal, as festas tem que se adaptar ao mundo de hoje em dia né?!

Bjks

Até a próxima...

Edilaine – Técnica em Eventos

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Eventos 2010...



Oie gente voltei, mas dessa vez junto com a Thayza para falar de algo muito conhecido de todos ... .A nossa querida turma...
Era uma vez...
A 1ª turma de eventos do IF. No começo percebemos que dentro daquela sala existiam muitas pessoas com sonhos diferentes, ideias diferentes, jeitos diferentes, porém rapidamente como num passe de mágica, começamos a nos entender e a criar um laço de amizade que só havia sido visto antes em um lindo conto de fadas. Ah sim, nós estamos mega inspiradas hoje, porque falar de um ano inteiro ao lado de todos nos rendeu muita aprendizagem, muitos micos e claro muuuuuita história! Então preparem-se para lembrarmos aqui um pouco dos acontecimentos de 2010 e, como diz uma coluna no blog da Mari Bellozi, senta que lá vem história rsrs!
Em uma noite de verão, mais precisamente no dia 4 de fevereiro de 2010, trinta e uma pessoas se tornaram a primeira turma de eventos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais Campus Juiz de Fora. E nesse mesmo dia, fomos apresentados um a um na famosa dinâmica dos balões rosas da Tia Renata. Estávamos reunidos e presentes as seguintes pessoas: Alice, Aline, Amanda, Camila A., Camilla M., Carolina, Cristiane, Daiany, Diego, Edilaine, Ernani, Flávia, Geraldo, Jéssyca, João Carlos, Liliane, Maria Elisabeth, Mariana, Mayara, Nathália G., Nathália R., Paulo, Rafael, Ramon, Renata, Roberta, Thayza, Vanessa, Victor B., Victor M..
A partir desse momento começamos a perceber que nem tudo seria uma “festa” (como achávamos que iria ser), começamos a nos deparar com trabalhos gigantescos, tivemos um casamento (que teve até participações especiais), uma mesa redonda, entrevistamos pessoas, fomos expulsas de um shopping (nem precisamos comentar,rsrs), corremos atrás de pesquisas, tivemos momentos hilários, momentos de desespero, nos unimos e nos tornamos mais fortes.
E então chegou o fim do semestre, o que significou muuuuitas provas, muita matéria e infelizmente tivemos mais amigos se separando da turma, e isso deixou todo mundo meio carente, além de resultar em uma turma com 15 alunos no segundo módulo.
Volta das férias e o pensamento que agora seria mais tranqüilo porque teríamos que fazer eventos e tudo seria mais calmo. Mas “aí sim, fomos surpreendidos novamente !” (rsrsrs)
Voltamos pensando “No 2º semestre, é festa...”, porém não tínhamos a menor noção de como fazer um, ou melhor, dois eventos seria tão cansativo.
Então tivemos nesse período momentos de alegrias, de nervosismos, de queda (por um pequeno momento), de reanimação, momentos em que parávamos e víamos que todo o esforço valia a pena, mas pior do que todos os momentos tivemos os momentos RELATORIO (da até dor no coração lembrar...rsrsrs).
Mas não só de apertos e provas vivem os alunos, tivemos muitos momentos de risos (quem não se lembra do telefone, da Mayaaaaaaaaara) e conversas sobre nada que faça algum sentindo. Estágios. Petrópolis. Rio de Janeiro. Muitas fotos. Muitas lembranças. E até faxina não é mesmo?!!!
E finalmente chega o dia da formatura e todas as lembranças presentes. Todos os amigos lembrados e as saudades. Desejamos todos ali presentes compartilhando de mais esse sorriso. Não foi uma despedida, porque amigos nunca se despedem, nem são esquecidos. Portanto nós (Thayza e Edilaine) parabenizamos todos os formandos por essa conquista, nós sabemos o quanto aquele abraço da Tia Gheysa de frente pra todo o Cine Theatro Central foi carregado de significados que vão muito além do sentimento no gesto.
Mas como em qualquer conto de fada temos que lembrar de todos os personagens. Ao longo desse ano tivemos ao nosso lado: um Quarteto Fantástico (Daiany, Flavia, Camila e Nathália G.), uma musicista (Amanda), uma nutricionista (Alice), um ser mega criativo (João Carlos), uma Diva (Thayza), uma Dionísia (Mayara), uma primavera ( Renata/aluna), uma filha (pelo menos eu Edilaine que é a Carol), um casal 28 (Aline e Geraldo), uma dona de blog (Mariana), uma pessoa que cassou um telefone colorido (Jéssyca), uma que esteve na VIVA (Cris), uma estudante de historia (Liliane), o Do Contra (Paulo, amamos), pessoas que viviam cansadinhas ( Nathália R.), um mestre de cerimônia (Victor M.) , pessoa que amava bungee jump (Ernani), uma pessoa que sempre nos perguntava “Tá entendendo?!”(Beth), um PÁ (Rafael), uma Bailarina (Roberta), uma fã de sertanejo (Vanessa), uma pessoa que só apareceu uma vez (Victor B.), pessoas que passaram rápido demais, mais deixaram saudades( Camilla M.,Diego e Ramom), uma amante de livros e filmes (tia Gheysa), uma pessoa que nos ensinou que a vida é “joinha” (tia Renata) e uma que sempre acha tudo mega fofo (Edilaine).
Por isso e tudo mais queremos dizer: “Parabéns formandos da primeira turma do curso Técnico em Eventos do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais Campus Juiz de Fora! (rsrsrs) E que o futuro ainda nos reserve muitas oportunidades, felicidades e conquistas! E quem sabe ainda vamos viver muitas outras histórias juntos! Feliz Futuro pra todo mundo!”
E todos viveram felizes para sempre....
Bjs galera (;
de Edilaine e Thayza!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Carnatal



Oi gente, hoje vou fala sobre um mega evento que ocorre todo ano, no mês de dezembro, que é o “Carnatal”!!!
Bom esse evento acontece desde 1991 e é a maior micareta fora de época do Brasil!!!  Esse ano ela comemora 20 anos de existência, (incrível né?!),
Esse ano o Carnatal aconteceu entre os dias 2 a 5 de dezembro, no Largo do Machadão. E em comemoração aos seus 20 anos a festa teve 9 blocos , cada um com uma media de 4 mil foliões (nossa!!!). A estrutura deles é gigantesca, são 3.800 m de extensão, sendo 800m para o “Corredor da Folia”, onde ficam os mais de 250 camarotes e arquibancadas... Nos quatros dias que durou essa micareta, passaram por lá cantores como: Chiclete com Banana, Ivete Sangalo, Asa de Águia, Ricardo Chaves, Tomate, Cláudia Leitte, Banda Eva e Jammil (nossa eu lá!..rsrsrs). 
Os camarotes são um evento a parte, como brinca uma reportagem falando que “os camarotes fazem a festa dentro da festa”, pois neles as pessoas tiveram além da micareta DJs, acesso à internet, salões de beleza para fazer uma produção diferente, comida e bebida, áreas de relaxamento, praça de alimentação e pistas de dança. (quanto será que custa??)

Ah e é bom falar que cada ano que passa maiores empresas se juntam a esse evento como patrocinadoras do mesmo, pode-se citar:  a Skol, Pepsi, Cachaça 51, LG, Absolut, Revista Contigo, Cia da Natureza, Natal Shopping e as Faculdades Maurício de Nassau, FARN e Fanec, e isso ainda fez o evento ganha grandes produções em rede nacionais de TV e rádio.

Para a segurança do evento e foliões a Destaque Produções (firma que faz o Carnatal *-*, já promoveu mais de 3mil shows pelo Brasil, sendo uma das mais respeitadas do Nordeste, e atualmente referência para a realização de promoções, desenvolvimentos e condução de marketing promocional), contou com 1.800 policiais/dia, entre eles civis e militares que tinham o apoio de 70 câmeras, 10 torres de observação que eram espalhadas por todo o percurso da folia. Além disso, ainda participaram da segurança profissionais da Semob, policiais rodoviários federais, Corpo de Bombeiros e seguranças particulares contratados pela Destaque Produções e pelos blocos. Já o atendimento de saúde foi prestado pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (mais conhecidos como SAMU) e a limpeza pela Urbana.

Além de uma mega festa o Carnatal ainda tem um apelo social, dentro do evento há o projeto “fique sabendo”, que é uma atividade, promovida pelo Programa Estadual DST/Aids, da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap), que aconteceu durante os dias do Carnatal visando a prevenção e importância de ampliar o conhecimento da população. O “fique Sabendo” é um incentivo ao teste de Aids ( por meio do teste rápido de diagnóstico), e promover a prevenção a Aids, (muito legal!!!)

As arquibancadas nesse ultimo Carnatal, tiveram a capacidade de acomodar aproximadamente 10 mil pessoas ao dia (10 mil ao dia!!!!), nelas você poderia levar bebida, e fica mais pertos dos artistas que tocavam em cima dos trios elétricos. Os valores variaram da seguinte forma: Quinta – R$ 20,00; Sexta – R$ 35,00; Sábado – R$ 35,00; Domingo – R$20,00; Temporada – R$ 76,00; Sexta + quinta- R$ 40,00; Sexta + Domingo- R$ 45,00; Sexta+ domingo + quinta – R$ 50,00., e ainda se podia parcela no cartão em até 4x,rsrsrs.
Os blocos que garantiram a festa foram: o “Bicho” (que é o mais tradicional do evento desde 1993, quem canta nele é Ricardo Chaves, seus foliões variam de 13 a 25 anos.), o “Swingaê!” (é novo, começou em 2009, contou com atrações como as bandas : Psirico, Parangolé e Chicabana), o “Caju”(faz parte do Carnatal desde 1991,que tem como atração, Cláudia Leitte e Banda Eva), o “AmarÉ “(bloco do Jammil), o “ Nana Banana” (que existe desde 1993, e é o da banda Chiclete com banana), o “ Burro Elétrico” (leva a folia jornalistas, advogados, médicos e políticos, quem cantou foi Capilé), o “Cerveja & Coco” (começou em 2005, é formado pro Durval Lélis e Ivete Sangalo, tendo como atração esse ano o Asa de Águia), o “Cidadão Nota 10” (está pelo sétimo ano na festa, ele é organizado pelo governo federal) e o “ Me leva”(tem a banda Araketu, e tem 8 anos de folia).

Bom é isso um evento mega criativo desde o nome “Carnatal” (Carnaval fora de época que ocore no mês de natal na cidade de Natal..rsrsrs), e ainda que tem um lado social bem bacana e sem fala no turismo local que é mega intenso!!!
Espero que gostem... Mega bjs... Até a próxima...   =)

PS da Gheysa: Depois de tantos "megas" alguém tem dúvida da autoria deste texto? É claro que é da mega fofa da Edilaine, certo? Uma quaaaase técnica em eventos, olha que tudo!

sábado, 4 de dezembro de 2010

"Roda o mini-flashback!!"



Oi Gente!!

 É com este pedido da Vani de "Os Normais" que começo este post como título, além de fazer uma alusão com o nome do nosso evento, e ser um flashback do mesmo. Este texto seria um pitaco para o post anterior da Gheysa sobre o Flashback, mas enquanto eu digitava achei que seria melhor ele ser um post que um comentário.

 Nossa este evento foi muito legal de organizar e de ver pronto!! Foi um dia inesquecível. Trabalhamos muito, brincamos, conhecemos pessoas, vimos gente diferente...

 A decoração estava linda, tudo a ver com o evento, muito criativa. Havia uma fantasia de Carnaval no local que desmontamos os acessórios e usamos na decoração. Tomamos rápidas decisões para o bem do evento. Aprendemos a lidar com o inesperado. Além do mais, foi desafiador organizar um evento fora do instituto. Acho até que no IF ele não teria sido a mesma coisa!
 Foi muito gratificante ver as pessoas se divertindo na festa. O DJ foi excelente, a mãe da Jessyca toda performática e solícita, kkkk, o noivo da Jessyca, as pessoas do clube que nos ajudaram, o namorado da "Mayaaara!!!". Todos nota 10, já fazem parte do meu networking!!

 Nossa, devíamos ter filmado tudo, foi hilário, estávamos desengonçados na faxina, apressados na montagem e ansiosos com o evento. No fim tudo deu certo, com exceção de uns mínimos detalhes, e a festa aconteceu. Aprendemos muito profissionalmente, como lidar com nossos parceiros, colaboradores, público, enfim, com as pessoas relacionadas ao evento. Foi um belo trabalho em equipe!

 Comentou-se que foi a melhor festa que já teve naquele clube e nos perguntaram se o que estávamos fazendo lá aconteceria sempre, até perguntaram se era uma festa de casamento!! Acho que foi um sucesso!!  Todo cansaço causado pela preparação do evento valeu a pena!!
 Meus "Olhos de Thundera", são outros depois deste evento, estão bem melhores! Assim é a tendência!! Ô_Ô
KKKKKKKKKKKKKKKK
  Valeu pessoal, beijos!!

João Carlos, II módulo de Eventos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

FLASHBACK - Dançando através das décadas




Sábado passado – 27/11 – aconteceu o segundo evento da primeira turma do Curso Técnico em Eventos do IF – Campus Juiz de Fora. O evento foi uma noite dançante e realizado no clube Mariano Procópio, das 20:00 às 00:00. Teve DJ, iluminação e decoração que remetiam ao tema, que era realizar uma viagem na história das músicas de sucesso, da década de 50 até os dias atuais. O evento foi muito bacana e eu gostei muito. Claro, há várias impressões que gostaria de compartilhar, pautada nos detalhes que fazem toda a diferença num evento. Mas acho que a análise é papel dos alunos do 2° Módulo, que foram protagonistas e responsáveis pela festa. E aí, quem se prontifica a fazer o post? 

Gheysa.

A decoração estava linda!


O famoso globo espelhado: tinha vários por lá.


O DJ foi muito bom!


Essa foto ficou ótima


Os organizadores do evento

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A Claudia, a vaia, a logística e outras "cositas mas"



Gente, eu não sou uma profunda – nem rasa – conhecedora do ritmo axé, de seus integrantes e de suas peculiaridades. Eu até acredito que, por serem muito populares, eles realizam uma grande quantidade de shows por mês, além de outros compromissos profissionais que devem encher a agenda deles. Deste modo, se eu lesse que a Claudia Leite foi vaiada pelo atraso de 2 horas num show, a primeira coisa que me viria à cabeça é: bem, ela deveria estar em outro compromisso ou o jatinho teve que abastecer ou outra coisa do tipo (gente rica é outra coisa, né?!). Mas não, na semana passada, lá em Pato Branco (leiam como se eu estivesse fazendo o sotaque da Bozena!) a cantora foi vaiada pelo público presente por conta de um atraso ocasionado – segundo notícias espalhadas na net – por falhas técnicas.
Aí não, povo, explica pra mim como alguém organiza um show, percebe uma falha técnica e não dá nenhuma satisfação ao público? As falhas acontecem, o evento é ao vivo, mas elas devem ser trabalhadas da melhor maneira possível. Lembram-se das minhas aulas sobre logística e gestão de risco para eventos? Então, faz parte...
Em qualquer evento organizado, na hora H, por mais planejamento e organização, algum detalhe vai sair fora do planejado, alguns detalhes serão menores e passarão desapercebidos, outros maiores, serão percebidos pelo público. E quando isso acontecer o que fazer??? Infelizmente eu não tenho a resposta: pode ser que seja interessante esperar, pode ser que seja melhor assumir o erro e seguir em frente. Mas tudo vai depender do tipo de evento, do lugar, do tipo de público e do tipo de “estrago”.

Gheysa.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Vampiros à mesa




Oi gente!!!  Estou aqui de novo para dividir com vocês uma coisa que li.

Eu estava lendo uma revista certo dia e achei uma reportagem de Nina Horta (ela é uma cozinheira e escritora dona do Bufê Ginger), que faz diversas festas.

Na reportagem ela fala sobre a febre que está tendo entre os adolescentes em relações aos vampiros. Ela fala que resolveu assistir aos filmes (e não gostou, achou muito triste), para poder fazer suas festas. Ela fala que aprendeu uma coisa muito importante: “... que os vampiros (dos filmes recentes) bebem sangue ou são vegetarianos”.

Daí ela começa a falar sobre o que ela faz em suas festas para remeter ao tema.

Nina fala que as comidas variam no tom de vermelho (afinal nenhuma criança iria querer comer salada, rsrs), e preto. Ela até brinca que para fazer uma festa dessas só se precisa de  3 coisas: “...colocar um pinheiro nevado na porta, uma lua nova, bem fininha pendurada, e  muito corante vermelho comestível, ...”. Nina fala também que todos os alimentos em tom vermelho podem ser utilizados, como os morangos, cereja e melancias.

A fonte de chocolate, com um pouco de corante, virá puro sangue, e com certeza fará a alegria de muitos “vampiros”. Maçãs do amor também valem, e são muito praticas. A produtora dos eventos fala também sobre as comidas dos adultos que segundo ela também devem entra nesse mundo, por isso, para eles uma sopa de tomate com rosbife e beterrabas picadas bem pequenas e de sobremesa gelatina de vinho e frutas.

Ela comenta no meio da reportagem sobre a sorte que Stephenie Meyer teve em se tornar um dos maiores sucessos de venda de livros e do cinema. Ela se acha sortuda porque tem muita coisa que se vende envolvendo o tema de vampiros (máscaras, lentes de contato, alho..), e que de certa forma esse tema dado tão certo.

Nina finaliza falando que apesar dessa preparação toda, já foi provado que os jovens comem muito pouco em festa, e por isso, as vezes a parte de bufê serve muito mais para decoração do que para realmente ser comida!!!

Bom galera está aí a reportagem. Espero que gostem!

Até a próxima...

Edilaine – 2° Módulo TE

domingo, 14 de novembro de 2010

Eu, o Pato Fu e o paraíso




Gente boa do meu Brasil varonil! Ontem eu vivi momentos muito felizes: finalmente, além de ter conseguido comprar o CD (alguns sabem da minha saga, né Paulo?!) eu fui ao show do Pato Fu no Theatro Central. Nossa pessoal, eu nem sei ao certo como descrever, porque eu olhava para todos os lados e só conseguia ver beleza (tirando uma cabeçuda que tava na minha frente e às vezes me tirava a visão, rs).


Eu fiquei lá, me mexendo como dava, dançando como podia – só no pezinho – cantando todas as músicas, e, lógico, pensando no blog, no curso, no evento, em quantos spots de luz havia ali, no projeto de luz e som, enfim, na minha paranoia delirante de sempre, nada de mais.

Tentei tirar fotos, moçada, mas não fui muito feliz neste quesito, a maioria saiu fora de foco, mas eu queria mostrar a todos, que estão sempre por aqui, os detalhes, e, João, acredite: tinha um globo espelhado que fez toda a diferença quando em alguns momentos as luzes se apagaram e só ele ficou lá, no centro, nas alturas, fazendo um jogo de luzes e reflexos pra lá de especial, lindo.

Pra quem não sabe o CD novo do Pato Fu chama “música de brinquedo” e foi – dizem eles – todo produzido com instrumentos de criança, o que justificou um grande número de criança e até bebês no show, fofos. Além disso, o grupo de teatro Giramundo – um dos mais famosos grupos de teatro de bonecos do mundo – estava no palco, fazendo gracinhas e back vocal nas músicas (uma alternativa prá lá de criativa, já que no CD quem faz back são crianças, a filha da Fernanda Takai e do John e mais sobrinhos, amiguinhos, enfim, mais uma vez – fofo. Como não dá para levar as crianças em cada show, e acredito que nem o ministério do trabalho permitiria, rs, eles levaram os bonecos, que imprimem uma identidade única ao espetáculo, incrível).

As músicas do CD são regravações famosas, como “My Girl” e “Live and let die” dos Beatles. A montagem do palco seguia também essa referência, havia vários “joão-bobos” grandes espalhados no palco, remetendo à infância. Tudo era branco, uma saída ótima, já que o efeito estava todo nas luzes, cada música tinha uma cor e uma intensidade, dependendo da sonoridade – mais uma vez, lindo.

O show transcorreu numa boa, o John e a Fernanda interagiram com o público em vários momentos, apresentaram toda a equipe que trabalhava junto montando o evento – gente é uma galera e eu fiquei aproximadamente 2 horas plenamente feliz com tudo que eu vi, ouvi e senti.

Gheysa.

“Outro dia um cabeludo falou:
Não importam os motivos da guerra
A paz ainda é mais importante que eles
Esta frase vive nos cabelos encaracolados das cucas maravilhosas
Mas se perdeu no labirinto dos pensamentos poluídos pela falta de amor
Muita gente não ouviu porque não quis ouvir
Eles estão surdos.”
Roberto Carlos – cantado no show

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Raves x Sociedade


Bom lendo o post da Gheysa (últimas notícias) me atentei a uma coisa realmente complicada que vemos hoje dia, o fato de que a sociedade ainda não aceita muito bem a música eletrônica no meio cultural, ainda mais quando é uma rave.

Primeiramente vamos definir o que é uma Rave? Rave é uma festa realizada em áreas mais afastadas dos centros urbanos, por exemplo, chácaras, sítios, fazendas, galpões alugados etc., com o adicional de música eletrônica. Na maioria das vezes, o local é dividido por salas ambientalizadas, cada uma tocando um estilo musical diferente. Geralmente, com estas características, elas costumam ser denominadas de indoor, que comportam o significado das raves que acontecem em lugares fechados.

Por esse motivo, a mídia não costuma cobrir esse tipo de evento a não ser que aconteça algo ruim. Eu vi uma notícia muito interessante num site sobre o assunto e resolvi passar isso a todos vocês que seguem o blog. Saiu que o nosso estado de Minas Gerais é o estado que possui o maior número de festas Raves do Brasil (acredita?!), eu não fazia idéia! No mesmo site dizia também que em 2007 o jornal Estado de Minas apresentou uma reportagem de três páginas sobre “a praga das raves”, afirmando que as festas estão “fora de controle” e que elas “se multiplicam em ritmo acelerado em sítios da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do interior”, houve até uma polêmica sobre a proibição desses tipos de eventos devido ao consumo de drogas sintéticas.

Bom, tudo bem que realmente possa haver consumo de drogas nessas festas, porém será que é só nelas que isso ocorre? Será que se proiberem as Raves não haverá mais o consumo dessas dogras? É muito dificil que isso ocorra se elas forem proibidas, não vai afetar quem consome drogas, eles vão continuar a utilizá-las independentemente de onde.

Fiz uma busca por outro site e fiquei assustada com o que pude perceber, a maioria deles descrevem as Raves como uma festa que deveria ser banida do Brasil, tinha um site que dizia que se acabarem as Raves acabaria junto 30% da criminalidade do Brasil (isso me chocou!!!!) será que é realmente assim?

Percebi tambem que nessa história toda não tem meio termo, ou você vê pessoas contra ou pessoas a favor, quem frequenta defende as Raves como uma festa onde se pode conhecer pessoas novas, e que se vai para se livrar dessa sociedade rígida e exaltada, alguns realmentes falam que realmente há o consumo de droga lá dentro porém defendem que nem todos consomem, ninguém é obrigado a nada, não é por que seu filho,irmão ou amigo vai a uma festa Rave que você deve se descabelar achando que ele é um usuário de drogas.

Algo interresante também é o fato de que se não for utilizado o nome “Rave” a festa é muito melhor aceita na sociedade, se você fala vou em uma “Rave”, a maioria das pessoas vão ser por totalmente contra, porém se você chegar em um ambiente e falar que vai em uma “conexão eletrônica”, numa “tarde de eletro”, as pessoas não vão acha tão absurdo assim (doidera...).

Agora deixo a questão: Será que é realmente necessário acabar com Raves? Será que elas devem mudar de nome? Ou será que a sociedade que deve  abrir sua mente e começar a conhecer melhor essas festas?

Afinal com apoio de todos, as Raves teriam muito mais espaço para se mostrar, divulgar o seu trabalho quem sabe até conscientizar aos seus frequentadores de que o consumo de drogas dentro dessas festas não é legal (uns policias tambem ajudam!!!rsrs).
Bjs a todos...
Edilaine – 2° Módulo TE